quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Com R.Gomes, o número de cartões vermelho aumenta.

Ricardo Gomes chegou ao São Paulo com a proposta de fazer o time jogar um futebol mais vistoso. E apesar do grande crescimento na classificação da Série A, que lidera temporariamente, um dos impactos mais sensíveis que o treinador trouxe foi o grande índice de cartões vermelhos, que dobraram de intensidade em relação aos anos do tricampeonato brasileiro.

Ricardo Gomes assumiu o São Paulo na oitava rodada e tem, portanto, 27 partidas no Campeonato Brasileiro. Nesse período, a equipe levou um total de 12 cartões vermelhos, ampliando para 13 o número em todo o torneio. Na Série A, só o Cruzeiro tem tantas expulsões quanto os são-paulinos, líderes do quesito na competição.

No triênio dos títulos brasileiros com Muricy Ramalho, a média de expulsões era bem menor. Em 2006, foram oito vermelhos em 38 rodadas. Em 2007 e 2008, o São Paulo teve ainda menos expulsões: cinco em cada ano. Logo, na média do tricampeonato, eram seis vermelhos por edição da Série A. O crescimento ultrapassa 100% com Ricardo Gomes.

Curiosamente, o número de faltas cometidas pelo São Paulo diminuiu. Em 2006, eram 24,3 infrações por jogo. Em 2007, 22,3. Em 2008, 18,7. Com o novo técnico ao longo de quase todo o Brasileiro de 2009, são 17,9 faltas por jogo, segundo dados do Footstats.

Veja as expulsões do São Paulo nos últimos 4 Brasileiros:

2006
Alex Silva - 03
Rodrigo Fabri - 02
Alex - 01
Fabão - 01
André Dias

2007
Aloísio - 02
Hugo - 02
Leandro - 01

2008
Aislan - 01
Joílson - 01
Richarlyson - 01
Dagoberto - 01
Borges - 01

2009
Richarlyson - 02
Renato Silva - 02
Washington - 02
André Dias - 01
Miranda - 01
Junior Cesar - 01
Rogério Ceni - 01
Dagoberto - 01
Jean - 01
Borges - 01

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Falta ao grupo do palmeiras

Post retirado do blog do joca :
http://jocafuteblog.blogspot.com/
http://jocafuteblog.blogspot.com/



O Palmeiras está com o pentacampeonato brasileiro ameaçado após três derrotas seguidas.
Apenas um ponto conquistado dos últimos 12 disputados.
E parece ser difícil chegar a uma conclusão sob o motivo dessa recaída súbita.
Elaborei uma hipótese.
Primeiramente, que não é, de forma alguma, falta de comando.
Muricy Ramalho é o melhor técnico do Brasil.
Imbecil é aquele que o chama de imbecil.
Porque, diga-se de passagem, um imbecil não é tricampeão brasileiro consecutivamente e pelo mesmo time.
Falta de referência em campo também não é.
Marcos, Edmílson, Diego Souza e Wagner Love são puros exemplos em campo.
Para mim, é falta de grupo. Falta de banco.
Marcos é impecável no gol. Seu reserva Bruno tem qualidade, enquanto Deola, o terceiro goleiro, e muito inexperiente. Seria uma sensação ruim vê-lo no banco em caso de lesão ou suspensão de um dos dois.
Figueroa e Wendell são dois bons laterais direitos, e que encaixam bem na equipe. Com um reserva mediano, Henrique, a lateral direita torna-se a posição mais bem servida da equipe.
A zaga, com o previsível Danilo, Maurício Ramos (machucado), o fraco Marcão e os jovens Paulo Miranda e Maurício é um setor sem qualidade da equipe e que precisa urgentemente ser melhorado.
A lateral esquerda, com Armero e Jéfferson é um setor que precisa de reparos. Armero é decente, porém irregular, e Jéfferson ainda é inexperiente.
Os volantes, com um Pierre machucado, Sandro Silva e Jumar (comento?) e um ultrapassado Edmílson são muito decadentes. O único que se salva é Souza.
Os meias, que tem o craque Diego Souza, o lesionado Cleiton Xavier e os pífios reservas Marquinhos e Deyvid Sacconi são bons no time titular, mas decadentes em opções para durante o jogo serem colocadas, muitas vezes variando o esquema tático.
No ataque, tem um Wagner Love que ainda não se readaptou totalmente ao futebol brasileiro, um Robert muito duvidoso, Obina (comento?), o paraguaio Ortigoza (que costuma funcionar apenas para o segundo tempo), o jovem e inexperiente Lenny e o "bebê" Daniel Lovinho.
Ao Palmeiras, falta apenas banco.
Um presidente de ponta (Belluzzo)
A equipe tem um excelente técnico (Muricy).
Líderes em campo (Marcos, Edmílson e Wagner Love).
Dois craques (Cleiton Xavier e Diego Souza).
Três tipos de elemento surpresa (Bola parada com os meias, avançadas de Armero e a centralização de Figueroa).
Só precisa arranjar 18 jogadores do mesmo nível.
E parar de insistir no esquema do "chuveirinho".
Está na hora de Muricy focar-se no presente e esquecer a forma que ele escalava o São Paulo.
Senão tudo estará perdido.
E ele estará na rua...

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Quando o parmeiras entregou o ouro

Post retirado do blog do PVC


O ano de 1989 começou com a repercussão do acidente do Bateau Mouche, embarcação que naufragou durante a festa do reveillón na costa brasileira. Começou também com o Palmeiras montando um time forte, na tentativa de acabar com a sequência de treze anos sem títulos.

O Palmeiras seguiu invicto até o a fase quartas-de-final, disputada em quatro triangulares. No do Palmeiras, de Émerson Leão, Neto e Edu Manga, caíram Bragantino e Novorizontino. Uma única derrota por 3 x 0 para o Braga, em Bragança, causou a eliminação palmeirense.

Dois apelidos pegaram naquele ano. O Palmeiras era o Bateau Mouche, porque a campanha começava em festa e terminava em tragédia, como a embarcação que naufragou no reveillón.
E virou Bragantine's 13 anos, referência ao Bragantino.

No mesmo 1989, o Palmeiras chegou à penúltima rodada da fase de classificação do Brasileiro dependendo só de suas forças. Era líder e se vencesse o Botafogo poderia até jogar pelo empate contra o Corinthians.

Caiu no Maracanã com um gol do lateral Vanderlei, aos 46 do segundo tempo. Perdeu para o Corinthians com gol de calcanhar de Cláudio Adão, depois de um chapéu no zagueiro Marco Antônio. E o Vasco foi à decisão do Brasileiro contra o São Paulo.

undefined

Dois anos depois, o Palmeiras cometeu outro deslize monstro no Campeonato Brasileiro. A seis rodadas do fim, liderava o torneio que classificava os quatro melhores para a fase semifinal. Terminou em sexto. Questionado sobre o assunto no Bola da VEz, em 1999, Paulo César Carpegiani disse: "Meu ataque era o Betinho na ponta-esquerda, o Jorginho na direta e o Erasmo como ponta-de-lança. Machucou o Betinho e o Erasmo. Terminou meu time!" (Erasmo é o ponta-direita da foto acima, em partida contra o XV, em Piracicaba).

Situação parecida, o Palmeiras viveu em 2001, dirigido por Celso Roth. Na 11a rodada, de um total de 25, o Palmeiras liderava com três pontos de vantagem sobre o São Caetano. Os oito melhores classificavam-se para as quartas-de-final. O Palmeiras terminou em 11o lugar.

Hoje, Celso Roth torce, de camarote por um tropeço palmeirense tão grande quanto aquele. O Campeonato Brasileiro está aberto. Qualquer um dos cinco primeiros colocados pode ser campeão nacional.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Está chegando ao fim!!! E ...

As últimas cinco rodadas do Brasileiro mostraram que os principais candidatos ao título perderam boas chances de arrancarem em direção à conquista do Brasileirão-2009

Perder pontos em casa, derrotas para times na zona de rebaixamento e desperdiçar chances de arrancadas são cruciais para a má fase dos postulantes ao título nesta reta final do Brasileirão.

A 29ª rodada foi a prova de que os times titubearam em busca do título. O São Paulo perdeu para o Flamengo no sábado e, no domingo, o Palmeiras poderia abrir oito pontos de diferença. Mas perdeu para o Náutico. E ainda o Internacional empatou com o Atlético-PR, o Goiás não saiu do 1 a 1 com o Sport e o Atlético-MG perdeu o clássico para o Cruzeiro.

Quem se saiu melhor nessas últimas cinco rodadas foi o Flamengo que conquistou 11 pontos, vencendo os donos da ponta da tabela: Palmeiras e São Paulo. Hoje, o Mengão figura na quinta colocação, e com uma vontade imensa de derrubar uma peça do grupo de ferro do Brasileiro.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Quem tem medo de ser campeão Brasileiro

Post retirado do Blog do Juca!


A marca registrada da 29a. rodada do Brasileirão foi a derrota dos maiorais.

O líder Palmeiras perdeu, o vice-líder São Paulo perdeu e o Galo que poderia chegar à vice-liderança também perdeu.

Dos quatro primeiros, só o Inter não perdeu, mas apenas empatou e em casa.

Parece que ninguém quer se campeão ou, ao menos, parece que ninguém quer se distanciar dos demais, uma homenagem à fórmula dos pontos corridos, tão bem sucedida que a média de público da rodada ficou na casa dos 23 mil pagantes.

E isso apesar do pior público da rodada, em Santo André, com apenas duas mil almas, contra os mais de 57 mil torcedores do Maracanã.

Sem o jogo do ABC paulista, a média de público teria sido quase européia, com mais de 25 mil por partida.

E olhe que gols foram poucos, apenas 24, com quatro jogos com placares 2 a 1.

Agora faltam nove rodadas para o Brasileirão terminar e o Palmeiras, que tem cinco pontos de vantagem sobre o São Paulo, pode descartar uma delas que ainda sim continuará na liderança.

Está chegando a hora de distinguir os homens dos meninos.

E de descobrir se tem alguém com medo de ser feliz, com medo de ser campeão.

Comentário para o Jornal da CBN desta terça-feira, 13 de outubro de 2009.

http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/juca-kfouri/JUCA-KFOURI.htm

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Marcelinho paraíba!

A torcida do São Paulo conhece muito bem o poder de definição do atacante Marcelinho Paraíba, que é o principal motivo de preocupação para o técnico Ricardo Gomes na partida da noite desta quarta-feira, diante do Coritiba, às 21h (de Brasília). O comandante tricolor admitiu que o sistema defensivo de sua equipe não poderá vacilar diante do ex-são-paulino.

"Ele vem se destacando em quase todos os jogos do Coritiba. É um jogador que voltou ao futebol brasileiro com uma bagagem importante. Ele faz a diferença e temos de manter a atenção", analisou.

Além de ter atuado pelo time tricolor e também por outras grandes equipes do Brasil, Marcelinho coleciona ainda passagens por Olympique Marseille (da França), Trabzonspor (da Turquia) e pelos alemães Hertha Berlin e Wolfsburg.

Assim como Ricardo Gomes, o elenco do São Paulo também está atento à movimentação do atleta mais perigoso do Coxa. Apesar de estar há pouco tempo no Brasil, o argentino Adrián González já conhece a fama do adversário.

"Todo jogador brasileiro do meio-campo tem qualidade e sempre é perigoso. Por isso, precisamos tomar o cuidado necessário. Estou conhecendo também um pouco mais os rivais", ponderou.

sábado, 3 de outubro de 2009

Porco e Peixe



Este domingo teremos um jogo muito importante: Palmeiras X Santos.

O Palmeiras tem que vencer, é um fato.

A derrota deixaria o Palmeiras somente a dois pontos do Vice-Lider São Paulo.
Já o Santos, não vive um bom momento. Está na 12° posição e a 8 pontos do G4. Acho dificílimo a classificação Santista para a libertadores, mas não discarto essa possibilidade.

O técnico Muricy Ramalho acredita que terá trabalho dobrado no Palmeiras para surpreender o Santos, neste domingo, na Vila Belmiro, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. O motivo: o duelo tático com Vanderlei Luxemburgo, ex-comandante da equipe de Palestra Itália.

"É claro que o Vanderlei ganha uma ajuda por conhecer o pessoal daqui, ele tem mais informações para trabalhar. Hoje em dia, os técnicos sempre buscam o maior número de informações", confirmou Muricy Ramalho.
O clássico será quente, e seu resultado é vital para a sequencia do campeonato.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Olimpíada? Aqui não!

Brasil 2014 (Copa do Mundo) !!!!!!!

Brasil 2016 ( Olimpíadas ) !!!!!!

Podemos sediar os dois maiores eventos esportivos!!!

Mas até quando essa felicidade irá continuar?

Pois pelo que se ve, o Brasil não tem estrutura para sediar nem um campeonato de bolinhas de gude. Imagina eventos como esse.

O brasil vai sediar uma copa. Mas não há estrutura nos estádios. Não há segurança! Não há nada. No Brasil, não há estrutura nem para a copa do mundo! Um evento somente de futebol.

Uma Olimpíada, pede muito mais de um país. São muitos esportes. Exige estádios de futebol bons, pistas de corrida, complexos aquáticos, e muito mais…
Não estou sendo pessimista, mas simplismente sendo realista: A copa do mundo no Brasil é algo que com algumas mudanças, pode dar certo. Mas, se a olimpíada for realizada no Brasil, será uma desgraça. Falta transporte, segurança, estrutura, tudo que Madri, cidade que está competindo com com o Rio, tem.


Agora me respondam leitores: Não sei se o Rio irá sediar o evento. Mas, se for escolhido, teremos a pior olimpíada de toda história.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Com nove, o tricolor Paulista joga com raça e vence!

Em uma nova Batalha dos Aflitos, o São Paulo venceu o Náutico por 2 a 1 de virada e encostou no líder Palmeiras. O São Paulo chegou a ficar com dois jogadores a menos e, mesmo assim, conseguiu um triunfo emocionante. Hugo saiu do banco para fazer o gol da vitória aos 43 do segundo tempo.

Com o resultado, o São Paulo recupera a segunda colocação e está a dois pontos do Verdão. O Náutico continua com 26 pontos, apenas um acima da zona do rebaixamento. E pode entrar na área da degola já no próximo fim de semana, quando seus rivais diretos atuarão por esta rodada.

Apoiado pela sua torcida, o Náutico começou o jogo imprimindo um ritmo impressionante. Logo aos 6 minutos, o Timbu teve um pênalti a seu favor. Bruno Mineiro bateu, mas Bosco, que substituiu o lesionado Rogério Ceni, acertou o canto e fez grande defesa.

O atacante do Náutico não desanimou e, na chance seguinte, fez o seu gol. Depois de cobrança de falta da direita, Bruno Mineiro precisou chutar duas vezes para superar o goleiro do São Paulo, aos 11 minutos.

Com muitas dificuldades para atacar, o São Paulo só ameaçou com Jorge Wagner. O camisa 7 quase fez um golaço, após aplicar um chapéu no zagueiro pernambucano. Quando o Tricolor esboçava uma reação, Junior Cesar reclamou de falta não marcada e levou o amarelo, mas como já tinha acabou sendo expulso. O São Paulo ficou com dez homens em campo, aos 32 do primeiro tempo.

As equipes voltaram para o segundo tempo com outro uniforme já que estavam muito parecidos na etapa inicial. E o São Paulo entrou mais ligado. A equipe passou a trocar passes e criar chances. Em uma cobrança de falta, Hernanes contou com um desvio na zaga para empatar a partida, aos 14 minutos.

Mesmo com um a menos o São Paulo mostrou um futebol bem melhor do que na primeira etapa e passou a criar chances reais de virar. Mas Richarlyson não ajudou. O volante foi expulso aos 29 e a equipe ficou despedaçada em campo, com apenas nove jogadores.

Com a inferioridade numérica, o São Paulo dava espaços para o Náutico, e Bosco voltou a brilhar. O goleiro fez defesas importantes para salvar o Tricolor. Do outro lado, incrivelmente, o São Paulo ameaçava o gol de Glédson.

O jogo ficou totalmente aberto, com as duas equipes criando boas oportunidades. O Náutico não conseguiu pressionar o São Paulo, que jogou melhor com nove jogadores do que quando esteve com onze.

E quando a torcida do São Paulo já estava desesperançada sucedeu-se o improvável. Oscar e Hugo, que foram colocados em campo durante a segunda etapa fizeram a diferença. Aos 43 minutos, a jovem revelação tricolor recebeu a bola e rolou para o camisa 18. Hugo soltou uma bomba e acertou o ângulo adversário. Um golaço que fez com que a vitória do São Paulo tivesse roteiro semelhante à do Grêmio em 2005, pela Série B, denominada Batalha dos Aflitos. Na ocasião os gaúchos, também com dois a menos, venceram de virada os pernambucanos e conquistaram o acesso à elite do futebol brasileiro.

O São Paulo voltará a campo somente daqui a uma semana, na quarta-feira, dia 7 de outubro, para enfrentar o Coritiba, no Morumbi. No mesmo dia, o Náutico terá um duro desafio diante do Internacional, no Beira-Rio, em Porto Alegre.

FICHA TÉCNICA
NÁUTICO 1 X 2 SÃO PAULO

Estádio: Aflitos, Recife (PE)


Data/hora: 30/9/2009 - 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (AL)
Auxiliares: Hilton Moutinho Rodrigues (Fifa-RJ) e Otávio Correia de Araújo Neto (AL)
Renda/público: não disponíveis

Cartões amarelos: Vágner, Derley, Carlinhos Bala e Bruno Mineiro (NAU); Renato Silva, Jorge Wagner e Hugo (SAO)
Cartões vermelhos: Cláudio Luiz, 39'/2ºT (NAU); Michel, 46'/2ºT (NAU); Junior Cesar, 32'/1ºT (SAO) e Richarlyson, 29'/2ºT (SAO)
GOLS: Bruno Mineiro, 11'/1ºT (1-0); Hernanes, 14'/2ºT (1-1) e Hugo, 43'/2ºT (1-2)

NÁUTICO: Glédson, Márcio, Vágner (Elton, 17'/2ºT), Cláudio Luiz; Patrick (Tuta, 36'/2ºT), Derley, Aílton, Irênio (Mariano Torres, Intervalo) e Michel; Carlinhos Bala e Bruno Mineiro. Técnico Geninho

SÃO PAULO: Bosco; Renato Silva (Hugo, 15'/2ºT), André Dias, Miranda; Jean, Hernanes, Richarlyson, Jorge Wagner, Junior Cesar; Marlos (Oscar, 28'/2ºT) e Borges (Rodrigo, 31'/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes

terça-feira, 29 de setembro de 2009

O maior defeito do Botafogo

Há uma semana, enquanto lutava para recuperar Reinaldo fisicamente e sabia não poder contar com André Lima, Estevam Soares reconhecia um problema do elenco botafoguense: falta velocidade. Lembra do Reinaldo do Flamengo, tricampeão em 2001? Ele fazia o papel de segundo atacante e deixava Edílson como centroavante, porque era muito mais rápido.
E o Reinaldo do São Paulo, da dupla com Luís Fabiano? Era o atacante que saía atrás dos zagueiros e chegava na frente. Reinaldo não é sombra daquele jogador.
Não, Reinaldo nem jogou contra o Vitória e o ataque foi formado por Rodrigo Dantas e Victor Simões. Na prática, Victor Simões era o único avante, com Dantas se aproximando. Mas se Reinaldo não tem velocidade, procure bem por todo o elenco alvinegro. No ataque, por exemplo, não há um único jogador que possa ser escalado para ganhar na força as jogadas dos zagueiros adversários.
Mesmo assim, é possível encontrar uma porção de desculpas para a derrota para o Vitória. Que a equipe chutou mais a gol no primeiro tempo, que levou um gol de contra-ataque.
Cara pálida, você acha que o Vitória ia tentar o que, no Engenhão?
A diferença é que, apesar de Roger se um atacante de presença na área e pouqíssima velocidade, o Vitória tem gente para jogar com rapidez. Sejam os laterais Apodi e Leandro, o meia Leandro Domingues, o atacante Neto Berola.
Há erros na montagem do elenco alvinegro. Mas o maior erro foi esquecer que o resultado planejado era ficar entre o décimo e o décimo-quinto lugares e demitir Ney Franco quando a equipe estava em 15o. O risco do Botafogo não era a campanha modesta. Era o rebaixamento que, agora, está batendo à porta.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Brasileiro

Quem vai ganhar o Brasileirão?
Acredito que o campeão será o Internacional, Palmeiras ou São Paulo -- assim, em ordem alfabética, para evitar mal entendidos.
Mas há um aspecto que não pode deixar de ser considerado.
A classificação de um ano atrás.
Na 25a rodada de 2008, o Grêmio liderava, com 49 pontos, seguido pelo Palmeiras (46), Cruzeiro (43), Botafogo (42) e São Paulo (42).
Quer dizer que o título ficou com o quinto colocado.
Ou melhor, o título ficou com uma equipe que, a treze rodadas do fim, ainda tinha sete pontos de desvantagem.
Desse ponto de vista, Flamengo, Avaí e Corinthians têm chance de ganhar o Brasileirão.
Claro que essa análise descarta o futebol apresentado por essas equipes. Com base neste último critério, quem esboça a reação para o título é o Grêmio, não é o Flamengo, nem o Corinthians, nem o Atlético Mineiro.
O fato é que o Brasileirão 2009 é o campeonato que ninguém quer ganhar. O torneio da irregularidade.
Ainda é mais confiável acreditar que o título ficará com Inter, Palmeiras ou São Paulo.
Mas os números não podem ser desprezados.

Você acha possível que um time com sete pontos de desvantagem seja campeão brasileiro outra vez, como no ano passado?

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

1 X 1 em coritiba

Post retirado do blog do PVC

Coritiba e Corinthians fizeram uma partida de altíssima intensidade e bem disputada, com permanente sensação de que sairiam gols.

Logo de cara, por exemplo, Souza mandou uma bola na trave coxa, atacante que tem tanta dificuldade em fazer gols que seus companheiros deixaram de dar bolas para ele, mesmo quando mais bem colocado -- como aconteceu tanto com Jucilei quanto com Dentinho, já no segundo tempo.

Mas quem saiu na frente, com justiça porque mais perigoso durante todo o primeiro tempo, foi o time paranaense, depois que o time cansou de bater escanteios e exigir intervenções de Felipe.

Jaílton, de cabeça, abriu o marcador, aos 27.

No finzinho, quase que Dentinho empatou, em grande defesa de Édson Bastos.

O Corinthians que tinha perdido Jorge Henrique minutos antes de o jogo começar, voltou para o segundo tempo com Bill no lugar de Marcelo Oliveira.

E deu certo.

Logo aos 5, em jogada que Bill começou ao dar para Souza e este deu para Elias passar para Dentinho, o corintiano empatou.

Souza e Jucilei saíram para as entradas de Alessandro e Moradei, depois que o Corinthians criou mais chances de desempatar do que o Coritiba, embora também o alviverde tenha criado suas chances.

Qualquer um que ganhasse não seria injusto, mas o 1 a 1 foi mesmo mais correto, embora ruim para os donos da casa, quase lotada (32.744 pagantes), em sua luta para ficar longe da ZR e para os visitantes, que se afastam ainda mais da luta pelo sonhado pentacampeonato brasileiro e pela tríplice coroa.

A rodada terminou com 27 gols, menos de três em média por jogo, mas com mais de 23 mil pagantes em média por partida, para ser exato, 23.052.